Me visitam

novembro 28, 2010


“Como se não bastasse, Sérgio ligara marcando um encontro. E ela foi segura, imaginando um drink ameno no fim da tarde, preparada para o sarcasmo habitual de Sérgio com o seu sucesso, seu habitual amargor a respeito da vida. De passagem, dariam boas risadas. Sérgio costuma ser engraçado na sua crueldade. - Subitamente lá estávamos nós, nos confessando, nos penitenciando pelo que foi e pelo que poderia ter sido se tivéssemos a humildade ou talvez a coragem na época. (...)
– O que você quer, hoje?

- É tão difuso o que quero.
- Sentimentos intensos, paixão?
- Mas não a angústia antecipada da perda. E, acima de tudo, não quero ser destruída”.






Se houvesse qualquer chance, você daria ela para mim?
Se houver qualquer possibilidade você mente suas mentiras de novo para mim?
Se você ainda quer, você pode me mandar algum sinal?
Porque eu quero mais que tudo, mais do que antes, diferente de antes, nova e a mesma ainda quero você.
P.S. Talvez seja esse o nosso tempo

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